Sumário
1 Introdução …………………………………………………………………………………………………………… 8
1.1 Contexto tecnológico, jurídico e político ……………………………………………………………………… 10
1.2 Os desafios da soberania digital para o Brasil ………………………………………………………………. 12
1.3 O papel essencial da Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) para construir a soberania digital……….. 13
1.4 Objetivos e justificativa …………………………………………………………………………………………. 16
1.5 Metodologia e limites analíticos ……………………………………………………………………………….. 17
2 Fundamentos da Soberania Digital ………………………………………………………..…………………….. 19
2.1 Definições e abordagens conceituais ………………………………………………………………………… 20
2.2 Dimensão informacional ……………………………………………………………………………………….. 21
2.3 Dimensão infraestrutural ………………………………………………………………………………………. 22
2.4 Dimensão lógica ………………………………………………………………………………………………… 23
2.5 Dimensão de cibersegurança, ciberdefesa e segurança nacional ………………..……………………….. 23
2.6 Dimensão de interdependência instrumentalizada …………………………………………….……………. 25
3 Diagnóstico do Cenário Brasileiro…………………………………………………………………………………. 27
3.1 Marcos regulatórios distantes da realidade: dados, conectividade significativa e IA …………………..….. 27
3.2 Políticas de inovação e instrumentos de fomento existentes …………………………………….………… 29
3.3 Infraestrutura nacional: nuvens públicas, data centers, HPC e redes de pesquisa …………………….….. 30
3.4 Ecossistema científico e industrial: capacidades, fragilidades e lacunas……………………………..…….. 31
3.5 Minerais críticos: uma oportunidade “de ouro” ………………………………………………….……………. 33
3.6 A implementação do PBIA: o começo da jornada rumo à autonomia tecnológica …………………………. 34
3.7 Governança institucional e atores envolvidos ………………………………………………………..………. 36
4 Experiências Internacionais Relevantes ……………………………………………………………………..…… 38
4.1 Estados Unidos: a administração pública como cliente âncora ……………………………………………… 38
4.2 China: política industrial, governança integrada e open source ………………………………………..…… 39
4.3 União Europeia: limites estruturais e potencial do Cloud Sovereignty Framework ……………………..….. 41
4.4 Suíça: um LLM aberto, transparente e soberano ………………………………………………………..…… 42
4.5 Finlândia: adoção de software livre para soberania digital cidadã …………………………………………… 43
4.6 O caso do Uruguai: construção da soberania digital a partir das bases ………………………………….… 44
4.7 México: a promessa do supercomputador mais potente da América Latina…………………………………. 45
4.8 Índia Stack: soberania por meio de infraestruturas públicas digitais e conectividade
significativa ………………………………………………………………………………….…………………………….. 47
4.9 Lições e elementos adaptáveis ao contexto brasileiro ……………………………………………………….. 48
5 Construção de um Ecossistema Digital Nacional Tecnologicamente Autônomo e Aberto……………………….51
5.1 A pilha como metáfora analítica para a arquitetura tecnológica e de governança dos sistemas
digitais…………………………………….…………………………………………………………………………….. 51
5.2 A Pilha Digital Brasileira como arquitetura sociotécnica de autonomia tecnológica ………………………… 54
5.3 Bolsas de dados e intercâmbio informacional ………………………………………………………..………. 57
5.4 Centros de excelência, redes de pesquisa e alianças estratégicas ………………………………………… 58
5.5 Padrões, interoperabilidade e reprodutibilidade científica ……………………………………………………. 59
5.6 Uma plataforma nacional de comunicação e colaboração profissional baseada em
tecnologias open source e IA brasileira …………………………………………………………………………… 60
5.7 A construção de um ecossistema digitalmente soberano por meio da CT&I ………………….…………… 62
6 Recomendações Estratégicas de Regulação e Governança …………………………………………………… 66
6.1 Ajustes regulatórios necessários ……………………………………………………………………………… 66
6.2 Governança multissetorial ……………………………………………………………………..……………….. 67
6.3 Alavancar as compras públicas para estimular a indústria nacional ……………………………………….. 68
6.4 Framework de compliance e certificação em segurança e proteção de dados ………………………..….. 69
7 Política De Desenvolvimento Tecnológico e produtivo para a Soberania Digital ………………………….….. 71
7.1 Fortalecimento da infraestrutura tecnológica fundamental ………………………………………………….. 71
7.2 Estímulo ao desenvolvimento de modelos, software e hardware ………………………………………….. 72
7.3 Incentivo ao open source como vetor de autonomia ………………………………………………..……… 73
7.4 Desenvolvimento de ecossistemas de inovação e integração com setores estratégicos da
economia ……………………………………………………………………………………………………..……… 74
7.5 Mecanismos público-privados e instrumentos financeiros ……………………………………………….… 75
8 Cooperação Internacional para a Soberania Digital: Padrões, Regimes Jurídicos, Ciência
e Indústria …………………………………………………………………………………………….……………… 77
8.1. Uma inserção qualificada na governança internacional ……………………………………………….….. 78
8.2. Cooperação no âmbito do sistema das Nações Unidas …………………………………………..……… 79
8.3. Cooperação em clubes e mecanismos regionais de governança: BRICS, Mercosul e diálogos
UE–Mercosul ……………………………………………………………………………………………………..… 80
8.4. Cooperação bilateral estratégica: semicondutores, IA e infraestrutura crítica …………………………… 80
8.5. A cooperação técnica em organismos internacionais de padronização …………………………………. 81
9 Caminhos para Implementação ………………………………………………………………………………… 84
9.1 Priorização estratégica e métricas de impacto …………………………………………………………….. 84
9.2 Sequenciamento de políticas e investimentos por meio de alianças setoriais …………………………… 85
9.3 Riscos, obstáculos e mitigação ………………………………………………………………………………… 86
9.4 Conjunto de indicadores e monitoramento …………………………………………………………….….….. 88
10 Conclusões …………………………………………………………………………………………………………. 90
10.1 Recomendações para estudos futuros ………………………………………………………………………. 92
Referências Bibliográficas ………………………………………………………………………………………….. 94